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Contos de Terror - Doce Veneno


Estava lá parada, vendo ele assassinar um cara, seus movimentos eram perfeitos e a sua calma indicavam que não era a primeira vez que ele fazia aquilo. Os cortes profundos na perna esquerda do homem, o fez parar, olhou horrorizado para mim como uma suplica uma tentativa em vão de pedir ajuda. Seu assassino nem se quer hesitou, apenas aplicou inúmeros golpes com o seu machado no pescoço do pobre homem, sua cabeça rolou e o sangue jorrou.   
Os olhos do seu assassino brilhavam e a sua boca abriu em um largo sorriso sádico, limpou o sangue em seu rosto, ainda paralisada de medo continuei ali. Ele com calma se desfez do corpo e das suas roupas sujas de sangue, foi então que percebeu a minha presença, seus olhos cheios de malicia encontraram os meus, me fazendo esquecer o perigo. Se aproximou de mim sorrindo e sussurrou em meu ouvido:
- Se eu corta os seus braços e corta as suas pernas. Você me amaria mesmo assim?
- Se você fosse atada e amordaçada, enforcada e exposta você me amaria mesmo assim? – eu respondi apenas com um sorriso.
- Hahaha, mas você sabe que eu terei que matar você – seu sorriso sádico, apareceu novamente, apenas esperando a minha reação – você viu o que não devia, nem sei por que esta aqui há esta hora.
- Agora é hora da revanche...
Dizendo isso, apliquei vários golpes em sua barriga com uma faca, seu sorriso sumiu e um olhar apavorado o atingiu. Pavor era o que eu via naqueles doces olhos negros, o que me deu motivos para continuar o meu crime bárbaro, matar o único que amei. Cortei seus braços e suas pernas, ele ainda vivia por incrível que possa parecer. Me aproximei do seu rosto sujo de sangue.
- Você tinha o meu coração pelo menos na maioria das vezes...
- Por que todos nós um dia vamos morrer?  
- Mas dessa vez não haverá novo começo – dizendo isso, apliquei o ultimo golpe direto em seu coração, as lagrimas escorreram pelo meu rosto, era um alivio misturado com tristeza e dor. Ele apenas provou do próprio veneno...   
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Contos de terror - O pequeno anjo caído


Idade das Trevas, ano do nosso senhor 1389, a peste dominou o continente, milhões já morreram torturados pelo dor e o medo, alem da peste a outras criaturas que atormentam os camponeses e também a realeza. Meu nome é Victoria, fui criada por um padre que desde muito jovem lutava contra as criaturas das trevas. Quando eu tinha sete anos fui possuída por um demônio, ele era um dos reis do andar de baixo, na época quando fui possuída matei e torturei outras crianças, eu as enforcava, às vezes as queimava e com o tempo eu já nem me importava, ele fazia tudo por prazer e diversão. Porem um dia ele simplesmente foi embora deixando o meu corpo, mas as pessoas no vilarejo onde morava continuaram com medo de que ele voltasse. Depois que ele foi embora eu me tornei um ser frio e sem sentimentos.
Certa noite no vilarejo onde morava ouvisse um grito de pânico, e todos saíram para ver o que havia acontecido, uma multidão se formou envolta da moça que gritava, seus olhos tinham sido arrancados e ela tinha uma grande marca de uma cruz virada para baixo nas suas costas, a pele ainda estava queimando quando eu cheguei perto para ver. Todos me olharam com medo e o padre que havia me criado, perguntou a jovem quem havia feito isso com ela. Ela gritou, o demônio voltou, foi Victoria quem fez isso. Eu fugi entrei na floresta e corri como se tivessem atrás de mim, mas não estavam todos tinham fugido para suas casas. Caminhei durante dias até chegar à cidade, quando lá cheguei tive a noticias de que o vilarejo tinha sido tomado pela peste. Na cidade eu pude conhecer o padre Salomão, ele me ensinou a me defender contra as forças das trevas, comecei a ir com ele em suas caçadas, mas eu só podia apenas observar, pois ele não deixaria uma mulher lutar contra as forças do mal. 
O ódio com o tempo foi crescendo mais e mais, até que um dia mesmo sendo uma mulher eu matei cinco vampiros em apenas uma noite, Salomão ficou bravo por ter desobedecido a suas ordens, então eu fui embora. Por onde eu passava a peste ia me perseguindo, foi quando eu descobri que o demônio nunca tinha me deixado e que mesmo eu matando milhares de criaturas minha alma não seria salva no final, então eu o deixei dominar a minha alma. Torturei de formas tão cruéis e violentas, matava as pessoas aos poucos, ele dizia na minha mente, vá enfrente pequena criança a dor dos outros é a nossa alegria, o medo é o nosso aliado e os gritos a nossa recompensa. O padre que me criou ficou sabendo que mais pessoas haviam sido marcadas a ferro como aquela moça, então ele veio atrás de mim, eu arranquei seu coração apenas com as mãos, enquanto ele sufocava com próprio sangue, pronunciou suas ultimas palavras: 
Obrigado eu não teria forças para te matar. Ele sorriu e a morte a apagou o brilho dos seus olhos.
Ainda vejo aqueles olhos negros sorrindo para mim, aquele rosto cheio de suor, lagrimas e sangue, que um dia cuidou de mim, mas isso não importa mais, o inferno que vivi não vai se comparar ao que vem depois da morte.


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O gato preto - Edgar Allan Poe

Nome: O gato Preto ( The Black Cat)

Autor: Edgar Allan Poe

Ano: 1843

Gênero: Terror


O livro The Black Cat de Edgar Allan Poe é um dos contos de terror mais conhecidos deste grande autor da literatura estadunidense. É um dos melhores livros de Terror que já li deste autor. Logo abaixo a um link para você baixar e então poder fazer a leitura.


Resumo: Conta a história de um homem, que desde criança é apaixonado pelos animais. Ele tinha um gato chamado Plutão, ele era seu companheiro de todas as horas. Com o passar dos anos o homem começou a ficar cada vez mais irritado com o gato, pois havia adquirido o vicio do álcool. Em uma noite voltando embriagado para casa, o pobre gato atravessa o seu caminho e em um ato de crueldade após o gato tentar se defender dele, ele pega um canivete e arranca um dos olhos do gato. Em certa manhã apenas pela crueldade e perversidade enforcou o gato em um ramo de árvore. Durante a noite ele acordou, e sua casa estava pegando fogo. Tudo foi destruído exceto uma parede onde fica a cabeceira da cama dele, lá um estranho desenho se formou na parede de um gato enforcado. Em certa noite quando estava bebendo em uma taverna, ele encontrou um gato parecido com Plutão exceto, pela mancha branca no peito, pois Plutão era todo preto, ele levou o gato para casa e logo se familiarizou com a casa e com a sua mulher. Logo ele começou a sentir ódio do gato, em certa manhã o gato volta sem um dos olhos, e o ódio só aumentou. Com o passar dos dias o homem começo a enlouquecer e certo dia quanto tentou matar o gato com um machado sua mulher o impediu e ele com tanta raiva a matou. 

O final do conto você terá que ler. Aqui em baixo está o link para você poder fazer a leitura.


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